
La constitución de la Red Unamuno, coordinada por la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, con la colaboración de las universidades de Madeira, Azores, Antillas Guayana, La Reunión y La Laguna, constituye un ejemplo más de los múltiples procesos derivados de la creación de un espacio europeo, a los que las universidades, como pieza esencial de la maquinaria social, deben responder y adaptarse con un creciente dinamismo, cuando no constituirse en motores de los mismos.
Así, la actividad enfocada a Europa de la ULL (como la del resto de universidades europeas) ha tenido que evolucionar, desde los inicios del Programa Erasmus, a mediados de los '80, pasando por la incorporación al Programa Sócrates desde su creación, en 1995, hasta la actual participación en programas que, como Interreg III-B, transcienden el ámbito educativo para imbricarse en el entramado institucional que es necesario crear para afrontar la participación en la construcción de Europa desde la ultraperiferia.
La convergencia europea de la educación superior, fijada para 2010, que tiene su germen en aquellas primeras experiencias de intercambio del Programa Erasmus, demuestra que el esfuerzo que supone para las universidades la incorporación a los programas europeos obtiene, a la larga, la recompensa de la participación de pleno derecho en estructuras que repercuten en el incremento de la utilidad social que se les asigna por ley.
Desde el deseo y la voluntad política de que ocurra otro tanto con el programa Interreg, es decir, que la colaboración que ahora se inicia llegue a formar parte del funcionamiento habitual de las instituciones de la red, las universidades de Las Palmas de Gran Canaria, Azores, Madeira, Antillas Guayana, La Reunión y La Laguna afrontan esta nueva experiencia con el convencimiento de que contribuirá a reforzar su presencia conjunta en Europa, en estrecha colaboración con sus respectivos gobiernos autónomos.

A constituição da Rede Unamuno, coordenada pela Universidade de Las Palmas de Gran Canária, com a colaboração das universidades da Madeira, Açores, Antilhas e Guiana, Reunião e La Laguna, é mais um exemplo dos múltiplos processos derivados da criação de um espaço europeu. As universidades, enquanto peças essenciais na maquinaria social, não só devem responder e adaptar-se com um grande dinamismo a estes processos, como devem ser motores dos mesmos.
Assim, a actividade destinada à Europa da ULL (como a do resto das universidades europeias) tem evoluído desde o inicio do programa Erasmus, em meados dos anos oitenta, passando pela incorporação do programa Sócrates, criado em 1995, até à actual participação em programas como o INTERREG III - B, transcendendo o âmbito educativo, ao imbricar-se na trama institucional, permitindo a participação na construção da Europa desde a ultraperiferia.
A convergência europeia do ensino superior, fixada para 2010 ( que tem a sua origem nas primeiras experiências de intercâmbio do Programa Erasmus), demonstra que o esforço que as universidades têm de despender na incorporação desses programas europeus, é recompensado, a longo prazo, pelo pleno direito de participação em estruturas que se repercutem no incremento da utilidade social, tal como está consagrado na lei.
Deste desejo e vontade política, esperam-se os mesmos resultados do Programa Interreg, ou seja, que a colaboração que agora nasce, chegue a fazer parte do funcionamento habitual das instituições da rede. As universidades de Las Palmas de Gran Canária, Madeira, Açores, Antilhas e Guiana, Reunião e La Laguna olham esta nova experiência com a convicção de reforçarem a sua presença conjunta na Europa, em estreita colaboração com os seus respectivos governos autónomos.